Networking

A importância do networking para a sua carreira

Como tudo na vida, a construção de uma carreira de sucesso depende de muitos fatores, objetivos e subjetivos, a começar pela própria definição de sucesso, que está relacionada com a realização dos objetivos de cada um.

É claro que é preciso ter conhecimentos e habilidades inerentes à profissão. Afinal, nada substitui a competência, quando o assunto é carreira.

No entanto, não subestime a importância do networking para a sua carreira.

 O que é Networking?

Networking é a construção de relacionamentos, o desenvolvimento de uma rede de contatos, com interesses vinculados, que potencializa os resultados almejados.

Fazer networking é fazer conexões, é ampliar sua capacidade de interagir com pessoas com interesses profissionais congruentes aos seus, é aumentar seu poder de influência por meio de relações profissionais de contribuição mútua.

“Networking é construir uma rede de contatos profissional para trocar experiências e informações e potencializar oportunidades através de relacionamentos”. _ Glen Hudson (analista de Sucesso do Cliente)

 A construção natural do Networking

Aristóteles já dizia que o homem é um ser político, social, carente e imperfeito, que necessita de coisas e dos outros, seja por causas naturais, de desenvolvimento humano, seja por questões materiais ou formais.

A interação entre as pessoas ocorre, portanto, de forma natural, ou seja, como consequência da nossa natureza. Não sabemos viver sozinhos. E isso não seria diferente no campo profissional.

Quando tratamos de carreira, estamos falando de uma trajetória profissional, de uma caminhada, construída “passo a passo”. Nossos conhecimentos, habilidades, percepções e competências são adquiridos e transformados, continuamente, seja com base em nossas próprias experiências, seja pela interação com o outro.

Vale ressaltar que todas as informações que adquirimos, assimilamos e masterizamos, transformam-se em conhecimentos. E, na medida em que aprendemos coisas novas, observamos ou experimentamos novas situações, modificam-se nossas percepções e entendimentos sobre tudo o que existe. É desta forma que evoluímos, tanto na esfera pessoal, quanto profissional.

E grande parte do que aprendemos é fruto das nossas relações humanas, fruto da soma dos conhecimentos, das capacidades e das potencialidades. Contribuímos, uns com os outros, o tempo todo, mesmo quando não estamos conscientes disso.

Enxergar sua carreira como uma trajetória a ser construída destaca a importância da construção de relações de valor. Quando você atende bem um cliente, por exemplo, gera valor percebido por ele, pelas pessoas que estavam presentes, pelos seus colegas de trabalho e pelo seu chefe. Qualquer uma dessas pessoas pode abrir portas para você, no futuro. Você pode ser contratado pelo seu cliente ou indicado por ele para trabalhar na empresa de um amigo; pode ser contratado por um ex-colega de trabalho; você pode tornar-se empresário, no futuro, e realizar bons negócios com essas pessoas, que viram valor em você. Tudo tem consequências!

Muitas oportunidades de negócios, empregos, promoções e treinamentos surgem dos relacionamentos bem construídos.

Networking é contribuição

Estamos mais habituados ao termo networking no sentido de uma série de atitudes deliberadas, com o intuito de firmar relações estratégicas para a recolocação ou a ascensão profissional. Ou seja, a busca de novos empregos, promoções ou novos negócios.

Visto desta forma, o conceito de networking pode soar antiético, desonesto e forçado; a construção de relações mentirosas e interesseiras.

No entanto, no estágio atual de desenvolvimento da sociedade e dos mercados, já não há espaço para relações unilaterais. Apenas uma relação que gere valor para ambas as partes consegue sustentar-se no longo prazo, gerando resultados consistentes.

Ou seja, se você almeja construir uma carreira de sucesso, deve considerar o networking uma atividade de reciprocidade, tendo a ciência de que é preciso contribuir com o outro para que a consequência seja o benefício mútuo.

Não há nada errado em relacionar-se com pessoas que possam contribuir com seu crescimento. Na verdade, toda interação pressupõe uma troca, toda relação é baseada em interesses, sejam materiais, sociais ou emocionais.

Sei que nada seiLembre-se que toda pessoa, por mais experiente que seja, ainda tem muito a aprender. Compartilhe seus conhecimentos!

 

No mundo dos negócios não faltam exemplos de relações, sabidamente construídas por interesse nos resultados, e que muito tem contribuído para todos os envolvidos. É o caso dos diversos grupos de mastermind que temos visto emergir no mundo dos negócios e do desenvolvimento humano.

Quando você toma consciência de que os seus resultados são a consequência natural do seu comportamento, que o que você colhe depende do que foi semeado, e que a colheita ocorre somente depois da maturação do que foi plantado, a preocupação volta-se para a geração de valor, ou seja, para a contribuição. O resto, é consequência.

A força do Networking profissional

Há algum tempo, aqueles que ostentavam diplomas universitários na parede da sala estavam a meio caminho do sucesso profissional. Hoje, com o crescimento exponencial da concorrência em todos os mercados e profissões, bem como a ampliação do número de vagas nas universidades, a conclusão de um curso de ensino superior já não é fator de diferenciação.  É preciso renovar e ampliar conhecimentos, habilidades e competências, de forma contínua, e contar com uma forte rede de contatos, relacionar-se com pessoas que enxerguem valor em você, que abram portas, que respaldem o que o seu currículo estampa, que acreditem em sua capacidade e participem da sua trajetória profissional.

A cada dia, o networking ganha mais força como fator de contratação. Como diz Max Gehringer, administrador de empresas e palestrante, um bom currículo e experiência são fundamentais para colocar um candidato (em uma seleção de emprego) à frente da fila, na porta da empresa. No entanto, é a construção de um bom networking que pode colocá-lo para dentro. Conhecer as pessoas certas e demonstrar a elas o seu valor pode fazer toda a diferença.

Aliás, a contratação de um profissional é um momento de grande incerteza para as empresas, mesmo com tantas ferramentas de análise de perfil comportamental, fatores motivacionais e conhecimentos específicos. Ter o respaldo de outros profissionais, que conheçam os valores não impressos no currículo ou não identificados nos testes, é de grande valia. Por isso, as indicações tem tanto peso nas contratações. Sendo assim, quanto maior for a sua capacidade de networking, maiores serão suas oportunidades.

Networking é uma ferramenta de marketing pessoal

Fazer networking é conhecer as pessoas certas!

Fazer networking é, acima de tudo, construir e fortalecer relacionamentos.

Mas lembre-se: O que realmente importa não é a quantidade de pessoas que você conhece, mas a qualidade das relações que você constrói com as pessoas que conhecem você.

Eu sou Fabio Frasson. Espero ter contribuído com seu caminhar. Desejo a você resultados extraordinários e muito sucesso!

Vamos juntos, evoluindo sempre! Até a próxima!

 

 

Clique aqui e veja também:

O que é sucesso?

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Você sabe o que é Compliance?

Compliance: um diferencial competitivo

Compliance

Confesso que, muitas vezes, ouvi o termo compliance sem lhe dar a devida importância. Nem sequer parava para pensar no que, realmente, significava e, muito menos, em sua importância no mundo corporativo.

Como muitos termos utilizados no universo dos negócios, compliance é uma palavra adotada da língua inglesa. E, se considerarmos os mais de 400 milhões de resultados encontrados no google sobre o tema, e a qualidade das discussões acerca de sua importância, tanto na esfera jurídica, quanto no âmbito interno das organizações, creio que logo deve ser incorporado ao nosso dicionário, assim como ocorre com diversos outros termos, como marketing, por exemplo.

Mas, o que é compliance?

Compliance pode ser traduzido como conformidade, no sentido de concordância, de cumprimento, de estar “de acordo” com alguma coisa. Compliance tem origem no verbo to comply (em inglês) que, segundo o Dicionário Cambridge Inglês-Português, significa cumprir, obedecer.

Em outras palavras, compliance é o cumprimento de regras, instruções, regulamentos, normas, diretrizes ou comandos.

Mas, se compliance tem a ver com seguir regras, como pode ser um diferencial competitivo?

Compliance x Jeitinho brasileiroBem…, pode ser difícil entender essa máxima, quando temos tão presente em nossa mente uma série de crenças acerca de um certo “jeitinho brasileiro”, a maneira como nosso povo costuma improvisar soluções, sem planejamento ou regramento.

No entanto, como disse o comandante do Grupo de Ações Táticas Especiais, da polícia militar, sr. Diógenes Lucca, “uma instituição pública ou uma empresa na qual cada um faz o que quer ou se relativiza o cumprimento das normas internas, (…) assume sérios riscos na disciplina interna (…), fatores estes que poderão levar a consequências mais graves.”.

Imagine o que seria da rede Mc Donalds, uma das maiores cadeias de restaurantes do mundo, presente em mais de 100 países, com cerca de 37 mil pontos de venda, atendendo aproximadamente 69 milhões de clientes, diariamente, sem a padronização dos seus produtos e serviços.

Não estou aqui analisando os benefícios ou malefícios da refeição em um fast-food, mas a força que tem o estabelecimento de regras, normas e padrões, seguidos “à risca”, em todas as unidades dessa organização.

Enxergar compliance como diferencial competitivo traz luz a um tema que sempre soou como burocrático, como o cumprimento de leis e normativas contábeis, trabalhistas, financeiras e de segurança.

Em um mundo globalizado, altamente competitivo nos mais diversos nichos de mercado, na linha tênue que separa o sucesso e a falência, está o compliance. Estar em conformidade com a legislação vigente, no que tange às obrigações tributárias, à transparência contábil e fiscal, ao cumprimento de normas trabalhistas, à obediência das leis de proteção ambiental e demais áreas do direito, representa não só a isenção de penalidades, mas a construção, a manutenção e o crescimento da sua imagem e credibilidade junto ao mercado.

É importante ressaltar o crescimento da valorização, por parte dos consumidores, dos selos de identificação de empresas e produtos que estejam em conformidade com as leis de proteção ambiental e/ou que desenvolvam ações e projetos sociais. É o reconhecimento da importância comercial do cumprimento do que antes era apenas uma obrigação legal.

Um olhar interno para o compliance

No que tange aos regulamentos internos das empresas, estar “em compliance” é o que, de fato, permite chamá-la de “uma organização”. Você concorda?

De que vale todo o conhecimento e habilidade de um gestor, se as estratégias e táticas definidas por ele não forem implantadas e seguidas, nos mínimos detalhes?

Imagine quanto tempo, energia e demais recursos desperdiçados na elaboração de um projeto cujas etapas não são cumpridas, conforme planejadas.

Penso que toda empresa existe, basicamente, por duas razões: (1) atender a um propósito e (2) gerar resultados (lucro). É prerrogativa da gestão/liderança apontar o caminho e a forma para a realização desses propósitos e resultados. A definição de normas e procedimentos faz parte dessa prerrogativa, sem a qual o caminho se torna incerto, assim como os próprios resultados. Normas, regras e procedimentos são a expressão desse caminho e forma de atuação. Por esta razão, estar em compliance é fundamental a uma organização.

Atuar em conformidade com os valores, missão e visão, definidos na carta de valores da empresa é assumir sua identidade corporativa.

Seguir um manual de diretrizes organizacionais (MDO) e um manual interno de procedimentos (MIP), profissionalmente elaborado, com base na legislação e na própria carta de valores, é agir em congruência aos propósitos da organização.

Em suma, a importância do Compliance

Tendo em vista, portanto, todos os aspectos externos e internos que envolvem a questão de “estar em conformidade” com as regras, instruções, regulamentos, normas, diretrizes ou comandos, estou convicto de que olhar o compliance apenas como um termo burocrático, ligado a evitar, detectar e tratar desvios e inconformidades, seria uma ingenuidade estratégica.

Estar em compliance é, sim, um diferencial competitivo!

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Veja também: A importância de seguir um processo de vendas

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Eu sou Fabio Frasson. Espero ter contribuído com seu caminhar. Desejo a você resultados extraordinários e muito sucesso!

Vamos juntos, evoluindo sempre! Até a próxima!

Fabio Frasson

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