O que é inteligência emocional?

Inteligência Emocional é, basicamente, a capacidade que um indivíduo tem de gerenciar suas próprias emoções, bem como identificar e lidar com as emoções dos outros.

Qual a importância da inteligência emocional?

Desenvolver a inteligência emocional nos permite administrar as emoções ao nosso favor, seja para nos sentirmos bem, seja para construir relacionamentos saudáveis e positivos.

No que tange ao bem-estar, considere as seguintes situações:

Os grandes desafios da vida moderna exigem de nós um alto grau de concentração, aprendizado e desenvolvimento contínuos, capacidade de lidar com pressões, prazos, metas, padrões de excelência, concorrência, instabilidade, entre outros fatores. Essa situação caótica tem acionado gatilhos emocionais, provocando tensão, ansiedade, angústia, aflição, compulsão, medo, stress, ciúmes, raiva e tristeza. Essas sensações são responsáveis pela incidência de problemas de saúde, como a queda da imunidade (que abre as portas do organismo para diversas doenças) síndrome do pânico, gastrite, úlcera e câncer.

É claro que, nem sempre, as emoções negativas resultarão em doenças ou problemas de saúde. No entanto, certamente, causam dor e sofrimento.

Sendo assim, volto a afirmar que um dos grandes benefícios de desenvolver a inteligência emocional é sentir-se bem.

Outra razão, igualmente imprescindível, é a construção de bons relacionamentos.

Como dizia Aristóteles, somos animais racionais. Temos capacidade de tomar decisões, baseadas em pensamentos lógicos. No entanto, nossa razão é, continuamente, influenciada pelas emoções, pelas sensações, pelas percepções, muitas vezes, subjetivas e subconscientes.

Aprender a identificar as emoções do outro, de que forma ele percebe o mundo, qual o seu modelo mental, o seu mindset, o seu “ponto de vista”, é fundamental para a comunicação eficiente, a empatia, a persuasão e a qualidade dos relacionamentos.

Aprender a identificar as próprias emoções e como lidar com elas, controlando-as em seu benefício, além de contribuir com o aumento de sua capacidade cognitiva, eleva sua performance em todas as áreas.

Daniel Goleman

Para Daniel Goleman, psicólogo, escritor e jornalista norte-americano, autor do Best-seller “Inteligência Emocional” (publicado pela primeira vez em 1995), “a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo”.

Stephen Covey
Stephen Covey

Para Stephen Covey, autor de “Os 7 Hábitos das pessoas altamente eficazes”e “O 8º hábito”, inteligência emocional está ligada a uma das quatro partes da natureza humana (o coração) e refere-se à capacidade de ser empático, de se colocar no lugar do outro, de se relacionar, de se comunicar com êxito, de reconhecer as próprias fraquezas, de ter equilíbrio emocional, autoconhecimento, autoconsciência; capacidades essenciais para “ouvir a nossa voz interior” e viver com energia e paixão.

 Outras razões para desenvolver a Inteligência Emocional

Aquele que desenvolve sua inteligência emocional aumenta sua capacidade de:

  1. Autoconhecimento/Autoconsciência;
  2. Automotivação, mesmo diante de situações frustrantes;
  3. Inspirar, influenciar, encorajar, persuadir e liderar pessoas;
  4. Controlar impulsos;
  5. Direcionar as emoções de forma adequada para cada situação;
  6. Concentração e foco;
  7. Segurança, autoconfiança e autoestima;
  8. Tomada de decisão;
  9. Superação de limites/barreiras emocionais e/ou psicológicas;
  10. Equilíbrio emocional;
  11. Evitar e/ou solucionar conflitos.

Como desenvolver a Inteligência Emocional?

O ponto chave está no autoconhecimento. Não se chega a lugar algum sem clareza. Identificar e analisar suas capacidades e a falta delas, bem como estruturar e seguir um plano de ação para o seu desenvolvimento são essenciais. Técnicas de coaching, por exemplo, podem ajudá-lo. Considere a possibilidade de contratar um coach profissional.

Pedir e aceitar feedback, exercitando o autocontrole, também é uma grande ferramenta.

E, por falar em autocontrole, sabe aqueles momentos em que você se sente mal? Aqueles momentos de ansiedade, angústia, raiva, aflição, rancor, ódio, tensão, apreensão, etc, etc, etc…? Experimente racionalizar suas emoções. Faça perguntas a si mesmo, sobre os detalhes daquela sensação, até que seu lado racional se sobreponha ao seu emocional. “Por que é que estou me sentindo assim?”, “o que eu perco me sentindo assim?”, “eu sou o responsável por isso?”, “se não sou o responsável, por que estou me deixando ser afetado?”, “isso está me machucando, de verdade?”, “o que pode acontecer se isso não for resolvido?”, “isso já aconteceu antes?”, “já senti isso antes?”, “e como foi?”.

Com perguntas assim, mesmo que você conclua que existem motivos reais para suas emoções ruins, certamente, encontrará caminhos para aliviar e controlar o que está sentindo, minimizando seus efeitos.

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Eu sou Fabio Frasson. Espero ter contribuído com seu caminhar. Desejo a você resultados extraordinários e muito sucesso!

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Autoconhecimento

O que é autoconhecimento?

Autoconhecimento, segundo o Dicionário Online de Português – Dicio, é o “conhecimento de si próprio, das suas características, qualidades, imperfeições, sentimentos etc; que caracterizam o indivíduo por si próprio”.

É curioso dizer que uma pessoa pode não se conhecer, verdadeiramente, mas é a realidade da maioria de nós. É claro que conhecemos nossa história, mais do que qualquer um; que sabemos nosso nome, o local onde vivemos, o que fazemos, nossos gostos e vontades, qualidades e defeitos evidentes. Mas, de fato, formamos um conceito sobre nós mesmos que, nem sempre, é 100% real.

A Revista Galileu, do portal Globo.com, publicou um artigo em 2014, citando uma pesquisa, realizada por Kathryn Patricia Cross, em que aponta que 80% das pessoas se consideram “acima da média”, o que seria uma impossibilidade estatística. A autora define esse fenômeno como “autossatisfação presunçosa”.  No mesmo artigo, a revista aponta matéria publicada em 2011, pelo Journal of Experimental Social Psychology, destacando que “as pessoas avaliam as próprias qualidades pelo pico e as qualidades dos outros pela média.”.

Essas e outras pesquisas atestam que a maioria de nós não percebe a própria realidade como ela, realmente, é.

Autoconhecimento implica em identificar e reconhecer nossas qualidades, nossas capacidades, bem como nossas limitações e fraquezas. É entender de que forma percebemos a vida, o mundo e as pessoas que nos cercam. É notar como reagimos a cada estímulo e como agimos em nosso dia-a-dia. É saber e sentir porque fazemos o que fazemos, porque fazemos como fazemos e porque fazemos quando fazemos. É tomar consciência de nossos desejos, é repensar nossas atitudes, é reconhecer nossas emoções negativas e de que forma elas impactam em nossas atitudes e, consequentemente, em nossos resultados.

Qual a importância do autoconhecimento?

Muitas de nossas características e capacidades não são percebidas por nós. Os resultados que obtemos são, muitas vezes, atribuídos a fatores externos, como a sorte ou a falta dela. Culpamos os outros pelo que não conseguimos, pelo que não realizamos, mas não notamos os recursos que nos faltam. E quando falta autoconhecimento, sobra vitimização.  Você torna-se o passageiro da sua própria vida, ao invés de ser o comandante.

Quer alguns exemplos?

Se os seus filhos não o respeitam, não é por que são malcriados; mas porque foram mal criados por você! Já pensou nisso? Talvez lhe faltem conhecimentos e habilidades para ensiná-los.

Se as pessoas não lhe compreendem, talvez lhe faltem habilidades de comunicação. E isso, você pode desenvolver.

Você sente que está andando em círculos na vida? Que não chega a lugar algum? Talvez seus objetivos não estejam claros; ou talvez faltem recursos como conhecimentos, habilidades e competências para realizá-los.

Talvez esses exemplos pareçam banais para você. Talvez não façam parte da sua realidade. Mas estou certo de que há muito em você que ainda não conhece, não percebe, não identifica e que, se bem trabalhado, elevará sua capacidade de estabelecer objetivos e alcançá-los, sentindo-se pleno em sua caminhada.

Cada um de nós faz o melhor que pode, com os recursos que tem. Mas, acreditando que se alguém pode fazer alguma coisa, você também pode, concluímos que, para que o seus resultados sejam melhores, você deve desenvolver os recursos que lhe faltam. E aí está a importância do autoconhecimento. Como você poderia aperfeiçoar-se, adquirir novos conhecimentos, novas habilidades, novas competências, se não sabe, exatamente, quais já tem e quais você pode e precisa melhorar?

Uma frase bastante conhecida na filosofia, de autor desconhecido, já atribuída a filósofos como Platão, Tales de Mileto e Sócrates, destaca a importância do autoconhecimento:

“CONHECE-TE A TI MESMO E CONHECERÁS TODO O UNIVERSO E OS DEUSES, PORQUE SE O QUE PROCURAS NÃO ACHARES PRIMEIRO DENTRO DE TI MESMO, NÃO ACHARÁS EM LUGAR ALGUM” (frase tirada do tempo de Delfos, na Grécia  – em honra à Apollo, o Deus do Sol, da beleza e da harmonia)

Engana-se aquele que pensa que autoconhecimento é filosofia barata ou apenas mais um conceito de autoajuda. Aliás, o termo autoajuda tem sido utilizado de forma pejorativa por muitos “céticos de plantão”, incapazes de reconhecer suas inabilidades, suas incapacidades e, no alto de sua autossatisfação presunçosa, acreditam que não têm o que melhorar e não reconhecem o valor daqueles que buscam, continuamente, sua evolução.

A importância do autoconhecimento está no sentimento de clareza quanto àquilo que nos preenche, que dá sentido à nossa vida, que nos satisfaz ao longo da caminhada, que nos faz felizes e realizados; na clareza dos nossos propósitos, dos nossos valores, dos nossos sonhos, objetivos e metas.

Como disse Pablo de Paula Bravin, em artigo publicado em 2014 no site www.administradores.com.br, “o problema não é ter um amontoado de defeitos e sim ter medo de olhar para dentro de si e descobri-los.”.

A importância do autoconhecimento está na força, na segurança e na coragem que proporciona, na capacidade que lhe confere de acreditar que é possível alcançar seus objetivos e que VOCÊ é o único responsável pelo sucesso da sua vida pessoal e profissional.

Invista em você. Seja protagonista da sua vida!

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Leia também: Motivação

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Eu sou Fabio Frasson. Espero ter contribuído com seu caminhar. Desejo a você resultados extraordinários e muito sucesso!

Vamos juntos, evoluindo sempre! Até a próxima!

Fabio Frasson

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Autoconhecimento, segundo o Dicionário Online de Português – Dicio, é o “conhecimento de si próprio, das suas características, qualidades, imperfeições, sentimentos etc; que caracterizam o indivíduo por si próprio”.

É curioso dizer que uma pessoa pode não se conhecer, verdadeiramente, mas é a realidade da maioria de nós. É claro que conhecemos nossa história, mais do que qualquer um; que sabemos nosso nome, o local onde vivemos, o que fazemos, nossos gostos e vontades, qualidades e defeitos evidentes. Mas, de fato, formamos um conceito sobre nós mesmos que, nem sempre, é 100% real.

A Revista Galileu, do portal Globo.com, publicou um artigo em 2014, citando uma pesquisa, realizada por Kathryn Patricia Cross, em que aponta que 80% das pessoas se consideram “acima da média”, o que seria uma impossibilidade estatística. A autora define esse fenômeno como “autossatisfação presunçosa”.  No mesmo artigo, a revista aponta matéria publicada em 2011, pelo Journal of Experimental Social Psychology, destacando que “as pessoas avaliam as próprias qualidades pelo pico e as qualidades dos outros pela média.”.

Essas e outras pesquisas atestam que a maioria de nós não percebe a própria realidade como ela, realmente, é.

Autoconhecimento implica em identificar e reconhecer nossas qualidades, nossas capacidades, bem como nossas limitações e fraquezas. É entender de que forma percebemos a vida, o mundo e as pessoas que nos cercam. É notar como reagimos a cada estímulo e como agimos em nosso dia-a-dia. É saber e sentir porque fazemos o que fazemos, porque fazemos como fazemos e porque fazemos quando fazemos. É tomar consciência de nossos desejos, é repensar nossas atitudes, é reconhecer nossas emoções negativas e de que forma elas impactam em nossas atitudes e, consequentemente, em nossos resultados.

Qual a importância do autoconhecimento?

Muitas de nossas características e capacidades não são percebidas por nós. Os resultados que obtemos são, muitas vezes, atribuídos a fatores externos, como a sorte ou a falta dela. Culpamos os outros pelo que não conseguimos, pelo que não realizamos, mas não notamos os recursos que nos faltam. E quando falta autoconhecimento, sobra vitimização.  Você torna-se o passageiro da sua própria vida, ao invés de ser o comandante.

Quer alguns exemplos?

Se os seus filhos não o respeitam, não é por que são malcriados; mas porque foram mal criados por você! Já pensou nisso? Talvez lhe faltem conhecimentos e habilidades para ensiná-los.

Se as pessoas não lhe compreendem, talvez lhe faltem habilidades de comunicação. E isso, você pode desenvolver.

Você sente que está andando em círculos na vida? Que não chega a lugar algum? Talvez seus objetivos não estejam claros; ou talvez faltem recursos como conhecimentos, habilidades e competências para realizá-los.

Talvez esses exemplos pareçam banais para você. Talvez não façam parte da sua realidade. Mas estou certo de que há muito em você que ainda não conhece, não percebe, não identifica e que, se bem trabalhado, elevará sua capacidade de estabelecer objetivos e alcançá-los, sentindo-se pleno em sua caminhada.

Cada um de nós faz o melhor que pode, com os recursos que tem. Mas, acreditando que se alguém pode fazer alguma coisa, você também pode, concluímos que, para que o seus resultados sejam melhores, você deve desenvolver os recursos que lhe faltam. E aí está a importância do autoconhecimento. Como você poderia aperfeiçoar-se, adquirir novos conhecimentos, novas habilidades, novas competências, se não sabe, exatamente, quais já tem e quais você pode e precisa melhorar?

Uma frase bastante conhecida na filosofia, de autor desconhecido, já atribuída a filósofos como Platão, Tales de Mileto e Sócrates, destaca a importância do autoconhecimento:

“CONHECE-TE A TI MESMO E CONHECERÁS TODO O UNIVERSO E OS DEUSES, PORQUE SE O QUE PROCURAS NÃO ACHARES PRIMEIRO DENTRO DE TI MESMO, NÃO ACHARÁS EM LUGAR ALGUM” (frase tirada do tempo de Delfos, na Grécia  – em honra à Apollo, o Deus do Sol, da beleza e da harmonia)

Engana-se aquele que pensa que autoconhecimento é filosofia barata ou apenas mais um conceito de autoajuda. Aliás, o termo autoajuda tem sido utilizado de forma pejorativa por muitos “céticos de plantão”, incapazes de reconhecer suas inabilidades, suas incapacidades e, no alto de sua autossatisfação presunçosa, acreditam que não têm o que melhorar e não reconhecem o valor daqueles que buscam, continuamente, sua evolução.

A importância do autoconhecimento está no sentimento de clareza quanto àquilo que nos preenche, que dá sentido à nossa vida, que nos satisfaz ao longo da caminhada, que nos faz felizes e realizados; na clareza dos nossos propósitos, dos nossos valores, dos nossos sonhos, objetivos e metas.

Como disse Pablo de Paula Bravin, em artigo publicado em 2014 no site www.administradores.com.br, “o problema não é ter um amontoado de defeitos e sim ter medo de olhar para dentro de si e descobri-los.”.

A importância do autoconhecimento está na força, na segurança e na coragem que proporciona, na capacidade que lhe confere de acreditar que é possível alcançar seus objetivos e que VOCÊ é o único responsável pelo sucesso da sua vida pessoal e profissional.

Invista em você. Seja protagonista da sua vida!

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