Qual é a sua missão?

Você já deve ter ouvido falar em missão de vida ou, então, sobre missão, visão e valores de uma empresa, certo?! Esse assunto é claro pra você?!

Você sabe o que é missão? Sabe qual a importância de definir sua missão pessoal? Sabe por que as empresas precisam definir sua missão?

De acordo com o site Significados, “Missão é um encargo, uma incumbência, um propósito, é uma função específica que se confere a alguém para fazer algo, é um compromisso, um dever, uma obrigação a executar”.

O mesmo site aponta que, no que se refere às empresas, “a missão é o propósito da empresa, é a razão de ser do próprio negócio, o que e para quem se propõe, podendo sofrer alterações ao longo do tempo. A missão da empresa está voltada para a definição do negócio e especialmente para o cliente”.

A importância de definir sua missão pessoal

A missão pessoal é aquilo que você precisa fazer para se sentir realizado como ser humano, sentir-se pleno. E isso envolve todas as áreas da sua vida, seja pessoal, profissional, financeira, ou qualquer outra.

No entanto, a maioria das pessoas não tem clareza sobre essa questão. Vive no piloto automático, cumprindo papéis, desempenhando funções que, de alguma forma, acreditou que era preciso, mas vive frustrada e não se identifica com a vida que leva.

A importância de definir sua missão pessoal está na clareza daquilo que você precisa para ser, verdadeiramente, feliz.

Sua missão de vida não precisa ser algo grandioso ou altruísta, deve apenas estar ligada à sua essência enquanto ser humano.

O que você precisa viver? Com quem você precisa viver? Onde você precisa viver? O que você precisa fazer da sua vida, em todas as áreas, para sentir-se realizado? O que te motiva ou motivaria a levantar da cama pela manhã, todos os dias?

José Roberto Marques

Como escreveu José Roberto Marques, “saber qual é sua missão de vida pode acabar de vez com a confusão sobre que carreira seguir, os relacionamentos a construir e os sonhos que deve prosseguir”.

 

 

 

Se você ainda não tem ideia de qual seja sua missão pessoal, não se preocupe. Esse é um trabalho importante, de autoconhecimento. E, como tudo o que é importante, exige esforço, dedicação, consciência e paciência.

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A importância da missão para as empresas

De forma objetiva, quando uma empresa declara sua missão está assumindo, publicamente, o que se propõe a fazer e para quem, qual a razão de ser do negócio.  Dessa forma, colaboradores, clientes, fornecedores, comunidade, governo e toda a sociedade passam a ter uma noção do que esperar e cobrar.

Aos colaboradores, deve nortear suas ações, sua postura, seu comportamento, no exercício de suas atribuições, um compromisso que devem assumir junto com a empresa, em busca dos objetivos corporativos.

Aos clientes, a missão soa como uma promessa de atendimento, o ponto de partida para suas escolhas.

Vale lembrar que a criação de uma empresa pressupõe uma razão social. Afinal, ela não existe somente para si.

Quando falamos de uma empresa, nos referimos a uma organização, formada (geralmente) por um conjunto de pessoas, que interagem com outras pessoas (clientes, fornecedores, governo, comunidade), em uma relação de troca, fornecendo produtos e/ou serviços e, de alguma forma, distribuindo recursos, e sendo remuneradas por isso.

Toda empresa tem objetivos, sejam financeiros, sejam sociais ou qualquer outro. No entanto, só existe se cumprir um papel na sociedade. É preciso ter uma razão de existir. E essa razão, declarada em forma de missão, deve ser genuína e transparecer a verdadeira intenção da empresa.

Contudo, definir e declarar sua missão, deve ser considerado uma ferramenta estratégica essencial.

Eu sou Fabio Frasson. Espero ter contribuído com seu caminhar. Desejo a você resultados extraordinários e muito sucesso!

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O que é inteligência emocional?

Inteligência Emocional é, basicamente, a capacidade que um indivíduo tem de gerenciar suas próprias emoções, bem como identificar e lidar com as emoções dos outros.

Qual a importância da inteligência emocional?

Desenvolver a inteligência emocional nos permite administrar as emoções ao nosso favor, seja para nos sentirmos bem, seja para construir relacionamentos saudáveis e positivos.

No que tange ao bem-estar, considere as seguintes situações:

Os grandes desafios da vida moderna exigem de nós um alto grau de concentração, aprendizado e desenvolvimento contínuos, capacidade de lidar com pressões, prazos, metas, padrões de excelência, concorrência, instabilidade, entre outros fatores. Essa situação caótica tem acionado gatilhos emocionais, provocando tensão, ansiedade, angústia, aflição, compulsão, medo, stress, ciúmes, raiva e tristeza. Essas sensações são responsáveis pela incidência de problemas de saúde, como a queda da imunidade (que abre as portas do organismo para diversas doenças) síndrome do pânico, gastrite, úlcera e câncer.

É claro que, nem sempre, as emoções negativas resultarão em doenças ou problemas de saúde. No entanto, certamente, causam dor e sofrimento.

Sendo assim, volto a afirmar que um dos grandes benefícios de desenvolver a inteligência emocional é sentir-se bem.

Outra razão, igualmente imprescindível, é a construção de bons relacionamentos.

Como dizia Aristóteles, somos animais racionais. Temos capacidade de tomar decisões, baseadas em pensamentos lógicos. No entanto, nossa razão é, continuamente, influenciada pelas emoções, pelas sensações, pelas percepções, muitas vezes, subjetivas e subconscientes.

Aprender a identificar as emoções do outro, de que forma ele percebe o mundo, qual o seu modelo mental, o seu mindset, o seu “ponto de vista”, é fundamental para a comunicação eficiente, a empatia, a persuasão e a qualidade dos relacionamentos.

Aprender a identificar as próprias emoções e como lidar com elas, controlando-as em seu benefício, além de contribuir com o aumento de sua capacidade cognitiva, eleva sua performance em todas as áreas.

Daniel Goleman

Para Daniel Goleman, psicólogo, escritor e jornalista norte-americano, autor do Best-seller “Inteligência Emocional” (publicado pela primeira vez em 1995), “a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo”.

Stephen Covey
Stephen Covey

Para Stephen Covey, autor de “Os 7 Hábitos das pessoas altamente eficazes”e “O 8º hábito”, inteligência emocional está ligada a uma das quatro partes da natureza humana (o coração) e refere-se à capacidade de ser empático, de se colocar no lugar do outro, de se relacionar, de se comunicar com êxito, de reconhecer as próprias fraquezas, de ter equilíbrio emocional, autoconhecimento, autoconsciência; capacidades essenciais para “ouvir a nossa voz interior” e viver com energia e paixão.

 Outras razões para desenvolver a Inteligência Emocional

Aquele que desenvolve sua inteligência emocional aumenta sua capacidade de:

  1. Autoconhecimento/Autoconsciência;
  2. Automotivação, mesmo diante de situações frustrantes;
  3. Inspirar, influenciar, encorajar, persuadir e liderar pessoas;
  4. Controlar impulsos;
  5. Direcionar as emoções de forma adequada para cada situação;
  6. Concentração e foco;
  7. Segurança, autoconfiança e autoestima;
  8. Tomada de decisão;
  9. Superação de limites/barreiras emocionais e/ou psicológicas;
  10. Equilíbrio emocional;
  11. Evitar e/ou solucionar conflitos.

Como desenvolver a Inteligência Emocional?

O ponto chave está no autoconhecimento. Não se chega a lugar algum sem clareza. Identificar e analisar suas capacidades e a falta delas, bem como estruturar e seguir um plano de ação para o seu desenvolvimento são essenciais. Técnicas de coaching, por exemplo, podem ajudá-lo. Considere a possibilidade de contratar um coach profissional.

Pedir e aceitar feedback, exercitando o autocontrole, também é uma grande ferramenta.

E, por falar em autocontrole, sabe aqueles momentos em que você se sente mal? Aqueles momentos de ansiedade, angústia, raiva, aflição, rancor, ódio, tensão, apreensão, etc, etc, etc…? Experimente racionalizar suas emoções. Faça perguntas a si mesmo, sobre os detalhes daquela sensação, até que seu lado racional se sobreponha ao seu emocional. “Por que é que estou me sentindo assim?”, “o que eu perco me sentindo assim?”, “eu sou o responsável por isso?”, “se não sou o responsável, por que estou me deixando ser afetado?”, “isso está me machucando, de verdade?”, “o que pode acontecer se isso não for resolvido?”, “isso já aconteceu antes?”, “já senti isso antes?”, “e como foi?”.

Com perguntas assim, mesmo que você conclua que existem motivos reais para suas emoções ruins, certamente, encontrará caminhos para aliviar e controlar o que está sentindo, minimizando seus efeitos.

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