Por que a sua vida não sai do lugar?

Se você, como muitas pessoas, tem a sensação de que, por mais que se esforce, nada acontece, esse artigo é pra você.

Realização pessoal, satisfação, alegria, prazer, felicidade, plenitude, são anseios naturais de todo ser humano.

Tudo o que fazemos, no fundo, fazemos com o intuito de nos sentirmos bem, de atendermos nossas necessidades e alcançarmos essas sensações.

No entanto, temos uma existência complexa e uma gama muito variada de necessidades e desejos. Temos necessidades físicas, emocionais, racionais e espirituais.

Segundo Stephen Covey, a natureza humana pode ser dividida em quatro esferas: corpo, mente, coração e espírito. E cada uma dessas esferas gera necessidades específicas: necessidade de sobreviver, de nos sentirmos seguros, protegidos, bem de saúde; necessidade de aprender, de compreender, de evoluir; necessidade de nos relacionarmos com outras pessoas, de amar e ser amado, de nos sentirmos queridos; e necessidade de deixar um legado, de sermos lembrados, de nos conectarmos com o mundo, com o universo, com a natureza, com a religiosidade.

Atender todas essas necessidades, em um mundo que exige cada vez mais de nós, tem levado muitas pessoas a viver como num labirinto, andando de um lado para o outro, sem encontrar a saída, ou como um cachorro, correndo atrás do próprio rabo. Entramos no piloto automático, ocupados na maior parte do tempo, canalizando nossa energia apenas para a manutenção da rotina. Você acorda, trabalha, dorme, acorda, trabalha, dorme, acorda e tem a sensação de que a sua vida não sai do lugar.

Vamos refletir sobre alguns fatores que nos levam a esse “lugar nenhum”, a essa repetição do status quo:

A maior parte do nosso aprendizado, ao longo da vida, vem da observação e da reprodução do comportamento das pessoas ao nosso redor.

A forma como percebemos as coisas, nosso padrão de interpretação, nossa personalidade, nossos valores, nossa cultura, nossas crenças e nosso mindset foram construídos, pouco a pouco, de modo subconsciente, subjetivo e involuntário.

A maneira como fomos criados, as amizades que tivemos, os lugares que frequentamos, o círculo social com o qual interagimos influenciam, sobremaneira, em nosso modo de pensar, de sentir e de agir. E são os nossos pensamentos, nossos sentimentos e as nossas ações que determinam os nossos resultados, aquilo que conquistamos, a vida que levamos.

Logo, ao repetir aquilo que você absorve de seu ambiente, seus resultados tendem as ser muito semelhantes aos que tem presenciado. É como disse Albert Einstein:

“insanidade é continuar fazendo sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes”.

Como eu disse no início desse artigo, se você, como muitas pessoas, tem a sensação de que, por mais que se esforce, nada acontece, esse artigo é pra você. Mas nada do que eu disser fará qualquer diferença se você não estiver consciente de 3 fatores essenciais para mudar a sua vida (para melhor, é claro!).

Fatores para alavancar a sua vida

  1. Aprendizado: capacidade é algo que se aprende. Nascemos sem saber coisa alguma. Os resultados que você AINDA não tem são frutos do que você AINDA não sabe (mas pode aprender!).
  2. Responsabilidade: você é o único responsável pelos seus resultados, pela vida que você leva. Pare de culpar o governo, a sociedade, o seu vizinho, o seu chefe, o seu marido ou a sua esposa, os seus filhos, a sua sogra. Existem muitos fatores que não estão sob seu controle, é verdade, mas, ainda assim, a maneira como você vai lidar com os desafios é responsabilidade sua. Uma famosa frase, atribuída ao filósofo Jean Paul Sartre diz: “não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”.
  3. Decisão: como disse Anthony Robbins, considerado por muitos como o maior coach da atualidade, “é nos momentos de decisão que o seu destino é traçado”. E não se trata apenas de grandes decisões, mas de cada pequena decisão que você toma no dia a dia; se você levanta às 6h ou às 7h da manhã, se você lê algumas páginas de um livro por dia ou não, se você assiste TV ou uma videoaula, se você anda de cabeça baixa ou olhando no horizonte, se sorri para as pessoas ou não, se cumprimenta os colegas de trabalho ou não, se busca novos aprendizados ou não, se aceita feedbacks como oportunidades de crescimento pessoal ou não, se cuida de sua aparência ou não, e assim por diante. Os rumos de sua vida dependem das suas decisões.

 Por que a sua vida não sai do lugar?

Muito provavelmente, eu não conheça você. Mas estou certo de que se a pergunta acima faz sentido em sua vida, algum dos fatores abaixo também fará, e explicará porque sua vida não sai do lugar.

Falta de clareza: como disse Lewis Carroll, autor do livro “Alice no País das Maravilhas”, “se você não sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve”. A falta de autoconhecimento (clareza sobre si mesmo), sobre seus propósitos, seus valores, seus objetivos, seus sonhos, suas capacidades e dificuldades, leva à estagnação.

Crenças Limitantes: tudo aquilo em que você acredita,  e que limitam sua coragem, sua disposição, suas atitudes, seu comportamento, suas capacidades e, por consequência, seus resultados.

Procrastinação: o hábito de adiar o que precisa ser feito, seja por falta de vontade, por falta de coragem, por achar difícil ou por qualquer outra razão.

Autossabotagem: pensamentos, palavras e ações, conscientes ou inconscientes, que desviam você dos seus objetivos, sabotando a si mesmo.

Vitimismo: julgar-se sempre como vítima das circunstâncias, como se tudo o que acontece de ruim tivesse o claro objetivo de prejudicar você.

Pessimismo e ceticismo: ser pessimista (esperar sempre o pior resultado das coisas) ou cético (duvidar de tudo; não acreditar em nada) provocam desgaste, sugam sua energia e a de todos a sua volta e provocam todos os fatores acima.

 

Assuma o controle da sua vida!

Acredite mais em si mesmo, nas pessoas e nas possibilidades!

Busque o autoconhecimento!

Busque continuamente o aprendizado e a evolução!

Seja a melhor versão de si mesmo, todos os dias!

 

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Como o coaching pode ajudar você a atingir seus objetivos

Eu sou Fabio Frasson. Espero ter contribuído com seu caminhar. Desejo a você resultados extraordinários e muito sucesso!

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O que é inteligência emocional?

Inteligência Emocional é, basicamente, a capacidade que um indivíduo tem de gerenciar suas próprias emoções, bem como identificar e lidar com as emoções dos outros.

Qual a importância da inteligência emocional?

Desenvolver a inteligência emocional nos permite administrar as emoções ao nosso favor, seja para nos sentirmos bem, seja para construir relacionamentos saudáveis e positivos.

No que tange ao bem-estar, considere as seguintes situações:

Os grandes desafios da vida moderna exigem de nós um alto grau de concentração, aprendizado e desenvolvimento contínuos, capacidade de lidar com pressões, prazos, metas, padrões de excelência, concorrência, instabilidade, entre outros fatores. Essa situação caótica tem acionado gatilhos emocionais, provocando tensão, ansiedade, angústia, aflição, compulsão, medo, stress, ciúmes, raiva e tristeza. Essas sensações são responsáveis pela incidência de problemas de saúde, como a queda da imunidade (que abre as portas do organismo para diversas doenças) síndrome do pânico, gastrite, úlcera e câncer.

É claro que, nem sempre, as emoções negativas resultarão em doenças ou problemas de saúde. No entanto, certamente, causam dor e sofrimento.

Sendo assim, volto a afirmar que um dos grandes benefícios de desenvolver a inteligência emocional é sentir-se bem.

Outra razão, igualmente imprescindível, é a construção de bons relacionamentos.

Como dizia Aristóteles, somos animais racionais. Temos capacidade de tomar decisões, baseadas em pensamentos lógicos. No entanto, nossa razão é, continuamente, influenciada pelas emoções, pelas sensações, pelas percepções, muitas vezes, subjetivas e subconscientes.

Aprender a identificar as emoções do outro, de que forma ele percebe o mundo, qual o seu modelo mental, o seu mindset, o seu “ponto de vista”, é fundamental para a comunicação eficiente, a empatia, a persuasão e a qualidade dos relacionamentos.

Aprender a identificar as próprias emoções e como lidar com elas, controlando-as em seu benefício, além de contribuir com o aumento de sua capacidade cognitiva, eleva sua performance em todas as áreas.

Daniel Goleman

Para Daniel Goleman, psicólogo, escritor e jornalista norte-americano, autor do Best-seller “Inteligência Emocional” (publicado pela primeira vez em 1995), “a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo”.

Stephen Covey
Stephen Covey

Para Stephen Covey, autor de “Os 7 Hábitos das pessoas altamente eficazes”e “O 8º hábito”, inteligência emocional está ligada a uma das quatro partes da natureza humana (o coração) e refere-se à capacidade de ser empático, de se colocar no lugar do outro, de se relacionar, de se comunicar com êxito, de reconhecer as próprias fraquezas, de ter equilíbrio emocional, autoconhecimento, autoconsciência; capacidades essenciais para “ouvir a nossa voz interior” e viver com energia e paixão.

 Outras razões para desenvolver a Inteligência Emocional

Aquele que desenvolve sua inteligência emocional aumenta sua capacidade de:

  1. Autoconhecimento/Autoconsciência;
  2. Automotivação, mesmo diante de situações frustrantes;
  3. Inspirar, influenciar, encorajar, persuadir e liderar pessoas;
  4. Controlar impulsos;
  5. Direcionar as emoções de forma adequada para cada situação;
  6. Concentração e foco;
  7. Segurança, autoconfiança e autoestima;
  8. Tomada de decisão;
  9. Superação de limites/barreiras emocionais e/ou psicológicas;
  10. Equilíbrio emocional;
  11. Evitar e/ou solucionar conflitos.

Como desenvolver a Inteligência Emocional?

O ponto chave está no autoconhecimento. Não se chega a lugar algum sem clareza. Identificar e analisar suas capacidades e a falta delas, bem como estruturar e seguir um plano de ação para o seu desenvolvimento são essenciais. Técnicas de coaching, por exemplo, podem ajudá-lo. Considere a possibilidade de contratar um coach profissional.

Pedir e aceitar feedback, exercitando o autocontrole, também é uma grande ferramenta.

E, por falar em autocontrole, sabe aqueles momentos em que você se sente mal? Aqueles momentos de ansiedade, angústia, raiva, aflição, rancor, ódio, tensão, apreensão, etc, etc, etc…? Experimente racionalizar suas emoções. Faça perguntas a si mesmo, sobre os detalhes daquela sensação, até que seu lado racional se sobreponha ao seu emocional. “Por que é que estou me sentindo assim?”, “o que eu perco me sentindo assim?”, “eu sou o responsável por isso?”, “se não sou o responsável, por que estou me deixando ser afetado?”, “isso está me machucando, de verdade?”, “o que pode acontecer se isso não for resolvido?”, “isso já aconteceu antes?”, “já senti isso antes?”, “e como foi?”.

Com perguntas assim, mesmo que você conclua que existem motivos reais para suas emoções ruins, certamente, encontrará caminhos para aliviar e controlar o que está sentindo, minimizando seus efeitos.

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