Uma breve reflexão sobre a FELICIDADE

O que te faz feliz?

Você já parou para pensar sobre o que te faz feliz? Já reparou que a busca pela felicidade é a razão de tudo o que fazemos?

É claro que o conceito de felicidade, aquilo que faz cada um de nós sentir-se bem, varia de pessoa para pessoa. Mas, de um modo geral, todo ser humano tem uma série de necessidades em comum, e passa a vida buscando atendê-las, consciente ou inconscientemente.

Stephen Covey, autor dos livros “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” e “O 8º hábito: da eficácia à grandeza”, dizia que uma das 4 principais necessidades do ser humano é a sobrevivência, afastar-se dos perigos, alimentar-se, cuidar do corpo, sentir-se saudável.  Para Abraham Maslow, psicólogo americano, autor da famosa “Teoria das Necessidades de Maslow”, essas necessidades fisiológicas e de segurança são as mais primitivas necessidades do homem. E, por uma razão óbvia, as demais coisas terão pouca importância, até que essas necessidades sejam atendidas.

É difícil imaginar que alguém consiga ser feliz passando fome ou tendo sua vida ameaçada, por exemplo.

A partir do momento em que nossas necessidades básicas estão supridas, nossa natureza se volta para outras questões “mais elevadas”.

Para Covey, compartilhamos ainda a necessidade de nos relacionarmos com outras pessoas, de aprender e entender o mundo à nossa volta, e de deixar um legado (sermos lembrados por nossas contribuições).

Para Maslow, as necessidades secundárias do homem são associação (relacionamentos), estima (autoestima e respeito) e autorrealização.

Não tenho a intenção aqui, hoje, de aprofundar conceitos sobre essas teorias. Apenas reforço que todos nós, embora diferentes, temos necessidades comuns. Necessidade de nos sentirmos bem fisicamente, emocionalmente, mentalmente e de nos relacionarmos com as outras pessoas. Costumo dizer que todos nós queremos ser bem vistos, bem quistos e bem lembrados.

A felicidade, embora conceituada de modo diferente por cada um de nós, está relacionada à satisfação de necessidades (das mais primitivas, às mais elevadas), à sucessão de momentos de alegria, satisfação, prazer, bem-estar, euforia, tranquilidade e realização.

Seja você um monge ou um “mega” investidor, um andarilho ou um alto executivo, um filantropo ou um acumulador, um missionário ou um empreendedor, um empresário ou um trabalhador informal, seu maior propósito é ser feliz, mesmo que você não pense nisso.

Essa reflexão sobre felicidade pode parecer estranha. Mas a base para tudo o que você alcança e realiza em sua vida está na busca por seus propósitos. É ela que gera energia para que você levante da cama todos os dias, e não a obrigação de chegar ao trabalho às 8h da manhã; que gera energia para que você tenha uma performance excelente e resultados extraordinários naquilo que faz; que faz você ter vontade de viver, de crescer, de melhorar, de realizar.

Descubra o que te faz feliz e ali estará a sua motivação, o seu motivo para a ação.

Como eu já disse, essa reflexão pode parecer estranha, mas grande parte das pessoas não saberia responder a essas perguntas: o que te faz feliz? O que te move? O que te motiva? Qual o seu propósito?

Lembre-se da famosa frase de Lewis Carrol, autor de “Alice no país das maravilhas”:

Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”.

Se você busca uma vida que te preencha, uma vida com mais significado, com mais plenitude, com mais felicidade, invista no autoconhecimento. Será a melhor e mais proveitosa viagem da sua vida!

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Eu sou Fabio Frasson. Espero ter contribuído com seu caminhar. Desejo a você resultados extraordinários e muito sucesso!

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Eficácia, realização pessoal e contribuição

Quem é você? qual a sua essência? o que diz a sua voz interior? qual a sua contribuição para as outras pessoas? Perguntas como essas constituem um novo hábito, uma nova atitude mental , um novo mindset, fruto das transformações pelas quais as relações humanas tem passado, especialmente nas últimas décadas.

Em 1989, Stephen Covey lançou o best-seller Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, abordando comportamentos permeados de princípios corretos, essenciais para alcançar a eficácia na vida pessoal e profissional.  O livro vendeu cerca de 20 milhões de cópias, em 38 idiomas, e foi considerado pelas revistas Times e Forbes como uma das publicações mais influentes da área de administração, e pelos leitores da revista Chief Executive como o livro mais influenciador do século XX.

Já em 2005, imerso à era do trabalhador do conhecimento, o autor concluiu que os desafios do novo tempo são tão complexos, que alcançar a eficácia já não é suficiente.

“Eficácia é fazer as coisas certas” _ Peter Drucker

Na busca contínua pela maximização dos recursos, pela melhoria da capacidade e da qualidade de produção, pela participação no mercado, cada vez mais concorrido, o homem entrou na era da informação e do conhecimento. O mercado tornou-se global, a informação viaja de um lado ao outro do planeta em frações de segundo, estamos “multiconectados”. O ritmo de trabalho tornou-se cada vez mais intenso. As expectativas, as cobranças, as comparações, a busca por um espaço no mercado e na sociedade produzem conflitos internos em grande parte das pessoas. Muitas sentem-se frustradas, desanimadas, desmotivadas, estagnadas ou incapazes de corresponder ao que se espera delas. Alimentam o desejo de realização pessoal e profissional, mas não conseguem realizar.

Note que todos nós desejamos “fazer a diferença”, sermos importantes, sermos bem vistos, bem quistos e bem lembrados, termos uma vida de grandeza, mesmo na simplicidade. Um grande exemplo foi Madre Tereza de Calcutá, que dedicou sua vida pelo propósito grandioso de contribuição, de cuidar de pessoas pobres e doentes.

Para ter uma vida de grandeza é preciso viver intensamente. É preciso que cada um encontre a sua voz interior. Isso significa descobrir-se, encontrar sua relevância, sua realização, compreender sua verdadeira natureza, os seus valores, seus propósitos, descobrir e desenvolver os seus dons.

Segundo Stephen Covey, dons são capacidades latentes com as quais nascemos e que podem ser desenvolvidas a partir do nosso esforço e dedicação. Dentre esses dons, destacam-se: a liberdade ou a capacidade de escolha; os princípios universais, como o senso de justiça, bondade, respeito, sinceridade e integridade; e a inteligência, subdividida em inteligência mental, física, emocional e espiritual.

Cada uma dessas inteligências está relacionada a uma das 4 partes da natureza humana (mente, corpo, coração e espírito), que representam 4 motivações ou necessidades básicas que todos nós temos: : (1) sobrevivência, (2) relacionamentos, (3) aprendizado e (4) deixar um legado.

Inteligência mental: é a capacidade de analisar, raciocinar, visualizar e compreender.

Inteligência física ou corporal: é o funcionamento quase involuntário, inconsciente e disciplinado do corpo.

Inteligência emocional: corresponde ao autoconhecimento, autoconsciência, empatia, equilíbrio, capacidade de nos comunicarmos com êxito, a coragem de reconhecer fraquezas e de respeitar diferenças.

Inteligência espiritual: é a nossa consciência, nosso sentimento de participação e de significado.

O desenvolvimento desses 4 tipos de inteligência aumenta a capacidade de influenciar outras pessoas. Por isso, é característica comum e marcante nos grandes líderes, nos grandes realizadores, nas pessoas que se destacam em suas atividades. E o desenvolvimento dessas inteligências é manifesto pela visão, a disciplina, a paixão e a consciência.

A visão é a criação, a representação mental de uma situação futura; enxergar o futuro mentalmente, vislumbrando objetivos e planos; é perceber o “potencial invisível” de outras pessoas.

A disciplina é um sacrifício pessoal ao longo do processo de busca de um objetivo de longo prazo; é fazer o que é necessário para concretizar o que foi planejado; é manter o foco; característica comum às pessoas bem-sucedidas.

A paixão é o otimismo, a empolgação, o entusiasmo, a determinação que se emprega naquilo que se faz. O segredo é descobrir seus talentos e seu propósito no mundo.

A consciência é um senso moral interior, um princípio universal que independe de religião, cultura ou origem. É um conjunto de valores, de sentimentos de justiça, sinceridade, respeito e contribuição.

Reconhecer, desenvolver e integrar os 4 tipos de inteligência, manifestando-as por meio da visão, da disciplina, da paixão e da consciência é a forma de expressar a sua voz interior. Ao trabalhador da era do conhecimento, isso é fundamental.

Repetindo as perguntas…

Quem é você? qual a sua essência? o que diz a sua voz interior? qual a sua contribuição para as outras pessoas?

Com o lançamento do livro O 8º Hábito: da eficácia à grandeza, Covey não trás, simplesmente, mais um hábito para se somar aos outros sete. Ele aponta uma nova dimensão. Afirma que, no mundo de hoje, ser eficaz já não é suficiente. É o mínimo exigido.  É preciso atingir os níveis mais elevados do intelecto e da motivação humana. Liderar com excelência exige grandeza, exige uma nova atitude mental, um novo hábito:

“Encontrar a própria voz interior e inspirar as pessoas a encontrarem as delas”. _ Stephen Covey

Trazendo a questão para o mundo dos negócios…

Uma organização, uma empresa, não é uma entidade isolada. É um conjunto de pessoas com propósitos comuns. Sendo assim, o comportamento organizacional será determinado pela natureza humana, pela sinergia entre seus componentes. O potencial da organização depende da liberação do potencial interior das pessoas. O potencial da empresa é a soma dos potenciais de sua equipe.

Se você é um líder, com cargo formal ou não, inspire as pessoas a encontrarem a sua voz interior. Essa é a essência da nova liderança: contribuição.

“Liderar é comunicar às pessoas o seu valor e o seu potencial de uma forma tão clara que elas acabem por enxergá-los em si mesmas” _ Stephen Covey

Esse foi o meu despertar, o que tem moldado o Mindset Frasson: A realização pessoal por meio da evolução e da contribuição . Como tenho dito, aprende mais quem ensina e contribui mais quem aprende ensinando.

“Crescemos mais quando nos doamos aos outros” _ Stephen Covey

Para o Covey, esse milênio se tornará a era da sabedoria, seja pela força das circunstâncias (que tornam as pessoas humildes), seja pela força da consciência. Nessa nova era, informação e conhecimento devem estar impregnados de propósitos e princípios.

“É ao tomar consciência das necessidades humanas à nossa volta e ao servi-los que encontramos a nossa voz na vida”. _ Stephen Covey

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Meu nome é Fabio Frasson. Espero ter contribuído com seu caminhar. Desejo a você resultados extraordinários e muito sucesso!

Vamos juntos, evoluindo sempre! Até a próxima!

Fabio Frasson